Os números do Programa Limpa Rio impulsionados durante a gestão de Bernardo Rossi à frente da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS), entre 2024 e 2026, desenham um mapa de presença e entregas estruturais em todo o território fluminense. Agora como candidato a deputado federal, Rossi leva para a disputa a experiência acumulada em uma iniciativa que historicamente já havia removido 4,5 milhões de metros cúbicos de detritos em 85 cidades, e que foi acelerada sob sua liderança.
O balanço consolidado de sua gestão registrou a limpeza de mais de três mil quilômetros de rios e canais, ultrapassando 14 milhões de metros cúbicos de resíduos retirados e estendendo o atendimento a todos os 92 municípios do estado. Na Região Serrana, o programa avançou em Areal, Petrópolis e Nova Friburgo; no Sul Fluminense, chegou a Volta Redonda, com a dragagem dos córregos Três Poços e Brandão; na Baixada, atuou em Belford Roxo, Duque de Caxias e São João de Meriti. A frente também alcançou Campos dos Goytacazes, Mangaratiba, Cantagalo, Cordeiro e Cambuci.
Inovação com o Limpa Rio Margens
Sob a gestão de Rossi, a SEAS inovou ao lançar, em setembro de 2024, o Limpa Rio Margens, com um investimento inicial planejado de R$ 88 milhões. A modalidade foi desenhada para ir além da limpeza tradicional de rios, englobando a reestruturação física e a criação de espaços públicos de convivência nas margens recuperadas, impedindo novas ocupações irregulares e o descarte ilegal de lixo.
Paralelamente, o braço Limpa Rio Comunidade focou no trabalho manual em áreas periféricas e de difícil acesso para o maquinário pesado, removendo milhares de toneladas de resíduos em córregos de comunidades, mitigando de forma ágil os alagamentos urbanos recorrentes.
Para Bernardo Rossi, que agora se projeta como candidato a deputado federal pelo União Brasil, o balanço positivo na pasta ambiental foi fruto de uma atuação essencialmente territorial.
” Vi de perto o drama das comunidades que perdiam o sono na época das chuvas, e vi a tranquilidade retornar após as intervenções de dragagem e do Comitê de Chuvas. Essa vivência prática de quem pisou nos municípios e conhece as dores do nosso estado é o que pretendo levar como bagagem para os debates em Brasília”, afirmou Rossi.